quinta-feira, 24 de março de 2011

Dadi! Ai que saudade d'ocê!

Pra falar de DADI é preciso antes ajoelhar-me em algodão e abraçar as lembranças da meninice: Dadi, Ery, Rosa, Loi, Gilbert, Neguinha, Key, Edu, Nadja. Amigos que afastavam a caretice com as armas do amor.
Dadi é irmão de aconchego. Parte grande de mim, parte sempre-viva de nós. Poesia de causas (sobretudo eco-lógicas), de causos e idéias.
Filho da tradição, irmão da cultura popular e de mulheres lindas, tio de mulheres igualmente lindas - talvez por conviver com tantas mulheres Dadi tenha aprendido a sorver a alma feminina feito uma bala doce - daí o resultado: pai de uma Flor. Felizes os irmãos e os sobrinhos que herdaram uma fatia dessa personalidade.
E o som mora nele. No corpo e na alma dele. Todas as vozes encontram abrigo em alguém que se nega a ver o mundo estreito demais. Dadi é Zen!
Vai tocar aonde Dadi? no Juá, na praia, na ponte, na roça, no bar de Gatão, no Boitempo, na porta da casa de alguém?! Não importa. Quer companhia? ESTAMOS AQUI!
(Marice em 22 de janeiro de 2006).