No reino das emoções,
morada do ego e do desejo,
uma tropa de cavalos ameaça
Disparada.
No reino dos sentimentos,
morada do coração e da vontade,
uma legião de guerreiros ilumina
Guarda.
A inspiração é insuflação divina, entusiasmo poético, iluminação.
A Intuição é percepção clara da verdade sem a intervenção do raciocínio, pressentimento.
Encontrei uma passagem secreta.
Percorra-me à distância.. Imagine um rio revertido... até que o que antes era superfície chegue ao profundo e novas formas de vida cheguem à superfície. De "Mulheres que correm com os lobos", e outras mais...
sábado, 20 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Caraivana do vento
Acordava
com o rumor do vento e das ondas
Levantava-me de meus sonhos fabulosos
porque lá fora me esperava o alvorecer.
Os babadinhos da camisola cor de violeta
tremiam assombrados
enquanto os olhos intumescidos
percorriam o mar
numa caravana do tempo.
O que esse mar quer de mim? Minha solidão voluntária mantem dele distância segura.
Não há uma mão para segurar-me.
Minha viagem foi então uma carta enigmática.
Tanto vento dia e noite
me soprando a voz do mar: o velho tempo terminou.
Senti-me divina na incerteza do destino.
Agora entendo porque adoro cata-ventos.
Eles indicam qual tempo domina
e mostram a direção da energia para o trabalho.
E o rio? Lembro-me do meu "reverso"
- o que antes era superficie chegou ao profundo
E uma nova forma de vida chega à superfície.
O que sou? o rio.
que compreende que so para amar
é que se vive.
Doa-se.
Faz uma enchente de lágrimas
para oferecê-las ao mar. Senhor!
com o rumor do vento e das ondas
Levantava-me de meus sonhos fabulosos
porque lá fora me esperava o alvorecer.
Os babadinhos da camisola cor de violeta
tremiam assombrados
enquanto os olhos intumescidos
percorriam o mar
numa caravana do tempo.
O que esse mar quer de mim? Minha solidão voluntária mantem dele distância segura.
Não há uma mão para segurar-me.
Minha viagem foi então uma carta enigmática.
Tanto vento dia e noite
me soprando a voz do mar: o velho tempo terminou.
Senti-me divina na incerteza do destino.
Agora entendo porque adoro cata-ventos.
Eles indicam qual tempo domina
e mostram a direção da energia para o trabalho.
E o rio? Lembro-me do meu "reverso"
- o que antes era superficie chegou ao profundo
E uma nova forma de vida chega à superfície.
O que sou? o rio.
que compreende que so para amar
é que se vive.
Doa-se.
Faz uma enchente de lágrimas
para oferecê-las ao mar. Senhor!
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Ser - Tão!
Atravessei o confronto entre o ego e o inconsciente.
Não o falso ego, aquele superior, mas o ego verdadeiro: o ser humano.
O self, minha manifestação individual do inconsciente coletivo, conquista a si mesmo.
Quantos contratos rompi para celebrar outros maiores, mais humanos!
Que me foram comunicados numa viagem astral e que estão ligados às minhas realizações espirituais.
Neste vestibular da vida madura vejo muita substância e honra, individualidade e completude.
O sentido de limites dissolve-se
entre o amor e a luxúria
entre a submissão e a rendição.
O auto sacrificio surge como preço a pagar pela conciência de si mesmo e do conhecimento oculto.
Fico contente assim.: descobrindo em minha humanidade minha porção divina.
Não o falso ego, aquele superior, mas o ego verdadeiro: o ser humano.
O self, minha manifestação individual do inconsciente coletivo, conquista a si mesmo.
Quantos contratos rompi para celebrar outros maiores, mais humanos!
Que me foram comunicados numa viagem astral e que estão ligados às minhas realizações espirituais.
Neste vestibular da vida madura vejo muita substância e honra, individualidade e completude.
O sentido de limites dissolve-se
entre o amor e a luxúria
entre a submissão e a rendição.
O auto sacrificio surge como preço a pagar pela conciência de si mesmo e do conhecimento oculto.
Fico contente assim.: descobrindo em minha humanidade minha porção divina.
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