Atravessei o confronto entre o ego e o inconsciente.
Não o falso ego, aquele superior, mas o ego verdadeiro: o ser humano.
O self, minha manifestação individual do inconsciente coletivo, conquista a si mesmo.
Quantos contratos rompi para celebrar outros maiores, mais humanos!
Que me foram comunicados numa viagem astral e que estão ligados às minhas realizações espirituais.
Neste vestibular da vida madura vejo muita substância e honra, individualidade e completude.
O sentido de limites dissolve-se
entre o amor e a luxúria
entre a submissão e a rendição.
O auto sacrificio surge como preço a pagar pela conciência de si mesmo e do conhecimento oculto.
Fico contente assim.: descobrindo em minha humanidade minha porção divina.
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